
O homem lobo ou amigo do mesmo homem, sentiu e satisfez a necessidade de repetir o outro, repetiu com sarcasmo, repetiu com desdenho e repetiu sério, sempre com arte, mas que arte e como repete.
Eis o TEATRO!
E o homem andou a fazer e a refazer mundos, mundo feitos e refeitos tambem andaram a fazer e refazer homens.
Perguntou-se certa vez: Quem é o produto? Quem é o produtor? E o homem chega sem resposta, mas carregou consigo por séculos e milênios esta mesma arte de repetir o outro , o outro que se mede com estruturas, o outro que se mede consigo mesmo, um que não engole sociedades, um que não engole políticas. O outro que talvez não exista. O teatro tambem gosta de repetir aquele outro que não somos mas que deviamos ser.
E repetindo sempre, o teatro evideência o dinamismo humano. Sempre cópia mas nunca plenamente repetido, é tentativa? Aventura incerta?
O que é certo é que com esta visionomia de muitas vezes homem o teatro é tão profundamente cultural quanto o próprio homem.
Alcides Nascimento.
Muito legal!
ResponderExcluire sobre o blog...ficou melhor com essa interface branca. Bem legivel amigo!
vlw..abraço!